Quadrilha chinesa usava membros do PCC como laranjas em esquema bilionário, diz investigação

Por Gabriel Silva

Quadrilha chinesa usava membros do PCC como laranjas em esquema bilionário, diz investigação

Uma quadrilha de origem chinesa investigada em São Paulo utilizava pessoas ligadas ao Primeiro Comando da Capital (PCC) como “laranjas” para blindar um esquema de lavagem de dinheiro que movimentou cerca de R$ 1,1 bilhão por meio da venda de produtos eletrônicos. A operação policial, denominada Dark Trader, ocorreu em São Paulo e Santa Catarina e envolveu cerca de 100 policiais civis, promotores e auditores fiscais.

De acordo com as apurações, integrantes do PCC com histórico de tráfico de drogas, roubo e receptação foram usados como sócios de fachada para ocultar a real propriedade de bens e contas bancárias, facilitando a ocultação dos recursos. Notas fiscais eram emitidas por empresas de fachada, e os pagamentos redirecionados antes da movimentação final.

Foram cumpridos mandados de prisão e busca, além de bloqueio de bens que podem ultrapassar centenas de milhões de reais. O uso de contas de laranjas e estruturas de fachada complexas aponta para um esquema sofisticado de lavagem de dinheiro, que está sendo analisado pelas autoridades.

Fontes consultadas: Metrópoles 

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