Por Gabriel Silva
Após a aprovação da quebra de sigilo bancário e fiscal de Fábio Luís Lula da Silva — o “Lulinha” — na CPMI que investiga irregularidades no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), o presidente da comissão, senador Carlos Viana (Podemos-MG), afirmou que não houve qualquer manobra e que a derrota da base governista ocorreu de forma legítima durante a votação. 
“No voto, o governo perdeu, não houve manobra, não houve absolutamente nada. Eu segui o jogo e o regimento desde o início”, declarou Viana nesta quinta-feira (26), defendendo a legalidade do processo e a condução dos trabalhos pelo colegiado. 
A declaração do presidente da CPMI surge em meio ao clima de tensão vivido na sessão, marcada pelo confronto direto entre parlamentares da base governista e oposição. Além da aprovação dos requerimentos contra Lulinha, a comissão também debateu outras medidas relacionadas às investigações sobre fraudes no sistema de benefícios previdenciários. 
Segundo Viana, a votação respeitou todos os procedimentos regimentais previstos e o resultado reflete a posição dos integrantes da comissão. A decisão gerou reação imediata de líderes governistas, que afirmaram que ainda avaliarão recursos e medidas administrativas a partir dos desdobramentos do caso
Fonte consultada:Metrópoles





