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Decisão do Conselho Nacional do Ministério Público decidiu contra a adoção de reserva de vagas para mulheres em promoções do MPSP
atualizado
Uma liminar do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) suspendeu, nessa terça-feira (28/10), uma decisão do Conselho Superior do Ministério Público de São Paulo que criava uma reserva de vagas para mulheres em promoções do Ministério Público de São Paulo (MPSP). Ainda cabe recurso da decisão.
Além disso, os promotores citam um estudo que indica que as mulheres vêm ocupando progressivamente vagas no MPSP, e que a proporção feminina no órgão é superior em comparação com outro percentuais no Judiciário.
O relator ainda argumentou que a adoção da cota de gênero representa riscos à trajetória profissional dos membros, que poderiam ser prejudicados com a medida nas promoções que devem acontecer nos próximos meses, além de “potencial litigiosidade interna”. Com isso, ele estabeleceu que o novo critério está suspenso até que o caso seja julgado de forma final pelo CNMP.





