Fausto Pinato e Arthur Lira tiveram papéis na recente decisão da Câmara dos Deputados de suspender o mandato de Glauber Braga por seis meses, em vez de cassá-lo. A decisão ocorreu em 10 de dezembro de 2025.
Fausto Pinato
O deputado Fausto Pinato (PP-SP) teve uma posição pública de que, embora Glauber Braga tenha errado e merecesse punição, a cassação do mandato não seria a medida adequada. Essa posição foi vista como um racha dentro do próprio partido Progressistas (PP), o mesmo de Arthur Lira. Pinato é frequentemente descrito como um parlamentar que busca o pragmatismo acima de brigas ideológicas.
Arthur Lira (PP-AL), ex-presidente da Câmara, também se articulou, embora à distância, no processo. Fontes sugerem que Lira não conseguiu um consenso total em sua bancada sobre a cassação de Braga, como evidenciado pela posição de Pinato. Aliados de Glauber Braga teriam inclusive articulado com o “centrão” grupo liderado por Lira para evitar a cassação. Braga, em ocasiões anteriores, já havia afirmado que o próprio Lira teria feito o processo contra ele avançar.
Em resumo, Pinato e Lira, ambos do PP, divergiram publicamente ou nos bastidores sobre a gravidade da punição a Glauber Braga, que acabou sendo suspenso.





