O governo da China reagiu às declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre a crise no Estreito de Ormuz, atribuindo a responsabilidade do conflito às ações militares norte-americanas e israelenses.
A região, considerada estratégica para o transporte global de petróleo, enfrenta instabilidade após o aumento das tensões no Oriente Médio. Cerca de 20% do petróleo mundial passa pela rota, o que amplia o impacto econômico da crise. 
O cenário se agravou após ataques militares contra o Irã, que resultaram no bloqueio parcial da passagem marítima, elevando os preços do petróleo e gerando preocupação internacional. 
Diante disso, os Estados Unidos buscam apoio de aliados para garantir a segurança da navegação na região, enquanto pressionam outras potências, como a própria China, a colaborar com uma possível coalizão internacional. 
A resposta chinesa reforça o clima de tensão diplomática entre as potências e evidencia o risco de ampliação do conflito, com reflexos diretos na economia global.
Por Gabriel Silva
Fonte Consultada:Metrópoles





